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TAKE CONTROL para dar visibilidade, gestão e controlo aos endpoints da sua organização

XCSIRT TAKE CONTROL serviço mensal

TAKE CONTROL



Unificamos visibilidade, inventário, gestão remota, automatização, patch management, proteção endpoint, continuidade e rastreabilidade técnica num modelo mensal as a service.

O objetivo não é vender mais uma ferramenta, consola ou licença isolada. TAKE CONTROL cria uma camada operacional para gerir, proteger e suportar endpoints de forma escalável, especialmente em PME distribuídas, equipas de IT limitadas e organizações que precisam de evidência operacional.


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CONTEXTO DE USO


Que problema resolve

Muitas empresas já têm ferramentas para acesso remoto, antivírus, inventário, tickets ou backup. O problema é que, frequentemente, essas ferramentas funcionam separadas, com processos manuais, pouca rastreabilidade e baixa ligação entre o ativo, o utilizador, o incidente e a ação executada.

À medida que a empresa cresce, abre novas sedes, gere equipas remotas, expande lojas ou depende de fornecedores externos, a operação endpoint torna-se mais difícil de controlar. O resultado é previsível: inventários desatualizados, suporte lento, patching irregular, decisões sem evidência e maior dependência do conhecimento informal da equipa.

TAKE CONTROL existe para criar uma camada operacional coerente sobre os endpoints. Em vez de comprar peças separadas ou manter consolas desconectadas, a organização passa a operar com um modelo mensal que ajuda a ver, gerir, proteger, documentar e escalar a operação tecnológica com menor fricção. 


A quem se destina

Destina-se a empresas que precisam de manter controlo sobre computadores, utilizadores e sedes, mas que não querem aumentar a complexidade interna ao mesmo ritmo do crescimento tecnológico.

É especialmente indicado para PME com várias sedes, lojas, escritórios ou equipas remotas; fornecedores de empresas sujeitas a NIS2, DORA, GDPR ou outros requisitos de segurança; organizações com equipas internas de IT pequenas ou sobrecarregadas; e empresas que já têm ferramentas, mas continuam com processos dispersos e pouca rastreabilidade.

É particularmente recomendado quando a organização começa a perder visibilidade sobre o parque tecnológico, quando o suporte depende demasiado de esforço manual, quando o patching não é consistente ou quando precisa de demonstrar controlo e evidência perante clientes, seguradoras, auditores ou entidades reguladas.

Quando faz sentido ativar

Recomendado quando existe crescimento de endpoints, abertura de novas sedes, equipas remotas, aumento de suporte, inventários desatualizados, ferramentas fragmentadas ou necessidade de preparar uma base prática para segurança, continuidade e conformidade.

Também faz sentido antes de projetos de maturidade, preparação NIS2, avaliação de fornecedores, reforço endpoint ou consolidação de ferramentas.





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XCSIRT TAKE CONTROL a quem se destina
XCSIRT TAKE CONTROL Camadas de Serviço

CONTEÚDO DO SERVIÇO

O que inclui



TAKE CONTROL foi estruturado como um modelo modular de controlo operativo do endpoint. Cada camada resolve uma parte do problema, mas o valor real está na combinação entre visibilidade, gestão, suporte, segurança, continuidade e evidência.

A organização pode começar com as camadas mais urgentes e evoluir progressivamente, sem perder a coerência do modelo. A ferramenta concreta pode variar. O produto não: TAKE CONTROL entrega uma base operacional unificada para gerir endpoints de forma escalável.

Descoberta e inventário

O ponto de partida é criar visibilidade viva sobre o parque tecnológico: hardware, software, sistema operativo, utilizador, localização, estado do endpoint e informação relevante para a gestão operacional.

Esta camada reduz dependência de inventários manuais, folhas de cálculo desatualizadas e conhecimento informal disperso entre técnicos ou fornecedores.

Base inicial de inventário e visibilidade endpoint

Inclui identificação dos endpoints cobertos, informação técnica essencial, estado operativo, utilizadores associados, sistemas instalados e base inicial para gestão, suporte, patching e rastreabilidade.

Monitorização e gestão remota

Quando o objetivo não é apenas inventariar, mas também operar melhor, TAKE CONTROL permite acesso remoto, observação de estado, ações administrativas e resolução de incidentes sem depender de presença física em cada sede.

Esta camada é especialmente útil em empresas distribuídas, cadeias de lojas, operações multi-sede ou equipas que precisam de dar suporte com rapidez e contexto.

Operação remota com histórico e rastreabilidade

Inclui capacidade de suporte remoto, ações administrativas, observação de estado, documentação das intervenções e ligação entre endpoint, utilizador, incidente e resolução.

Automatização operacional e patch management

Num nível mais avançado, a operação deixa de depender apenas de tarefas manuais. TAKE CONTROL permite aplicar políticas, scripts, tarefas recorrentes e remediações padronizadas para reduzir esforço repetitivo, melhorar consistência e escalar a equipa interna.

Inclui ainda gestão de patches e vulnerabilidades, com identificação, priorização, programação e aplicação de atualizações com rastreabilidade.

Com base nisso, a organização consegue reduzir desalinhamentos entre endpoints, melhorar higiene tecnológica, diminuir exposição por software desatualizado e demonstrar que existe um processo de controlo sobre atualizações críticas.

Plano operacional de automação, patching e melhoria contínua

Inclui definição de tarefas automatizáveis, critérios de atualização, prioridades de patching, acompanhamento de execução e evidência técnica das ações realizadas sobre os endpoints.

Proteção endpoint e continuidade

Quando a organização precisa de mais do que gestão remota e inventário, TAKE CONTROL pode incorporar proteção endpoint, mecanismos de continuidade e documentação operacional.

Esta camada permite ligar segurança, suporte e continuidade dentro de uma mesma lógica de controlo, reduzindo a fragmentação entre ferramentas e equipas.

Base de controlo, proteção e evidência endpoint

Inclui proteção endpoint conforme o stack definido,  documentação de procedimentos, evidência de ações executadas e base para evolução posterior para serviços como SOC L1 Lite, Supply Chain Risk Assessment ou preparação NIS2.

Formas de entrada disponíveis

TAKE CONTROL pode ser ativado de forma progressiva, em função da maturidade, urgência, número de endpoints, stack existente e capacidade operacional da organização. O modelo foi desenhado para permitir evolução incremental sem obrigar a ativar todas as camadas desde o primeiro dia.

Avaliação inicial TAKE CONTROL

Revisão do parque endpoint, ferramentas atuais, processos manuais, cobertura operacional, suporte, patching, segurança e oportunidades de consolidação.

Proposta por volume

Oferta ajustada segundo número de endpoints, sedes, utilizadores, alcance funcional, stack existente e nível de serviço pretendido.

Consolidação operacional endpoint

Análise das ferramentas já existentes, esforço manual, processos de suporte e oportunidades de transição para um modelo mais unificado de controlo, proteção e evidência.

Consultar modalidades, volume e âmbito


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Preencha o formulário e indique o contexto da sua operação endpoint.

A nossa equipa analisa o pedido e entra em contacto para enquadrar o modelo TAKE CONTROL mais adequado ao seu cenário, volume de endpoints e nível de maturidade operacional.

Por exemplo: inventário, suporte remoto, patch management, proteção endpoint, continuidade, evidência operacional ou consolidação de ferramentas.